Abri a cortina e ouvi o resmungo dele. Não dei bola e segui para o closet pegar uma muda de roupa. Peguei um vestidinho preto normal, e fui para o banho. Tenho medo ás vezes do Bruno estar se enjoando de mim, já que tudo aconteceu tão rápido, e veio tudo rapidamente a tona.Meu corpo continua bom, e basicamente todo no lugar, acho que isso é da genética, pois minha mãe também ficou com “tudo no lugar” depois que me ganhou. Liguei o chuveiro e entrei no box. Tomei um banho rapidamente e me vesti. Assim que abri a porta do quarto, dei de cara com ele.
-Bom dia. – Diz ele com um sorriso.
-Bom dia. – Disse olhando para o seu rosto e contornando seu corpo para prosseguir ver como a Bê estava.
Senti suas mãos segurarem meu braço e darem uma deslizada pelo hidratante que tinha passado. Olhei para trás e ele me olhava.
-Está brava comigo? – Pergunta. Aí como dizer alguma coisa ruim para esse rostinho...Para Nick, acorda.
-Eu não estive braba com você em nenhum momento. – Disse secamente. – Mas há coisas em você que você precisa controlar. – Reclamei e ele me olhou.
-Quer conversar sobre isso daqui a pouco? – Pergunta ele.
Assenti e sai pelo corredor até o quartinho da Bê.
Geralmente nos sábados não fazemos nada, além de recebermos visitas. Taylor está enorme, nem parece que tem quase dois anos. Bê é um ano quase mais nova que ele. Ah, falando em Bê, estamos programando a festa de um ano dela também. Lisa está pra lá de feliz, e se querem saber, ela não está com ninguém. Nem com o Ryan, nem com o bonitão do prédio, nem com o Phred. Ela apenas quer curtir a vida dela, sem pensar em outras coisas. E Julia e Kam não poderiam estar melhor, acho que só eu e o Bruno estamos assim. Eu sinto ás vezes que ele está se sentindo sufocado, que ele quer ser livre, algo assim, mas tenho medo de perguntar algo e estragar com tudo. Agora, a relação entre ele e a Bê não poderia ser melhor. Ela vê ele e dá gritinhos, fica feliz, ela ama o pai e cá entre nós cada dia que passa ela fica um pouco mais parecida com ele. Ainda bem, a única coisa que puxou a mim foi a cor verde dos olhos, que ás vezes fica castanho. Entrei no quarto devagar, abri a porta delicadamente para não fazer barulho e encontro ela deitada, olhando para os penduricalhos que tem sobre o seu berço. Ela ria mostrando as covinhas que herdou do pai, e seus dentinhos a recém crescendo.
-Oi bebê. – Falei afinando um pouco a voz. Aliás, não sei porque faço isso com criança. – Como é que ta a menina mais linda desse mundo. – Estiquei minha mão e ela esticou os dois braçinhos pra mim.
Peguei a pequena no colo, que resmungava coisas que eram dificeis para entender. As palavras dela não são muitas, são basicamente o "mama" "papa" "mida" "ti", que são respectivamente mamãe, papai, comida, e titia. Sim, ela chama por comida porque é comilona igual ao pai, e chama a Lisa e a Julia de titia, porque na verdade elas são. Suas pequenas mãozinhas colocaram-se sobre meu seio esquerdo, e sua boca pequenina se encaixou nele. Ainda dou o peito para ela porque tenho um pouco de leite, e a pediatra disse que leite materno é o melhor. Fui nanando ela e quando menos percebi ela dormiu. Pus ela no berço.
-Vim ver minha pequena, mas vi que já dormiu. - Reclama Bruno bem baixinho.
-Se viesse um pouquinho antes pegava ela acordada. - Disse observando seus cachinhos molhados.
-Eu estava no banho. - Defendeu-se.
-Ok. - Argumentei. - Vou arrumar o café. - Desviei do seu lado para ir a cozinha.
-Tá com pressa? - Ele segura meu braço novamente. - Vamos ir ali no quarto conversar.
Assenti positivamente e seguimos para o quarto. Sentei na cama e ele encostou a porta.
-Quero conversar antes que chegue alguém. - Ele coloca a mão na cintura e a outra na cabeça.
-Olha Bruno, acontece, casais não vivem cem por cento bem. - Tentei amenizar as coisas.
-Desculpa. Eu sei que tenho sido um saco, mas eu me estresso muito com turnê, gravadora, e essas coisas todas e erro descontando em casa. - Ele torce os lábios.
-A única coisa que nós temos que aprender é que não somos mais só eu e você, agora tem a Bê, e querendo ou não vamos ter que abrir mão de algumas coisas, mas é por ela. Não pense você Bruno, que essas horas eu não queria estar dormindo empernada com você, depois de uma noite inteira de amor. - Fechei os olhos, tenho que evitar briga. Não posso brigar.
-Você me conhece, eu faço tudo errado. - Diz ele sentando do meu lado. - Me perdoa Nick, eu amo você, e eu não quero te perder, me desculpa por tudo isso. - Ele beija a minha mão carinhosamente.
-Eu te amo. - Falei sentindo meus olhos marejarem em lágrimas que queriam cair.
Olhei para o seu rosto encarando o meu descaradamente. Acho que eu e o Bruno já passamos por tanta coisa juntos que merecemos ser felizes. Me aproximei do seu rosto, coloquei minha mão na sua nuca sentindo o cabelo molhado, e o beijei. Incrível, sempre vai parecer a primeira vez.
-Como eu queria poder aprofundar isso. – Ele coloca uma mecha do meu coque que estava se desfazendo para trás da orelha.
-A noite podemos fazer isso. – Dei um sorriso e ele me abraçou.
Não tem nada melhor do que estar bem com quem te faz se sentir bem. Fomos para a cozinha abraçados de lado.
-Sabe que eu não sinto vontade mais de ir trabalhar. – Comentei com ele. – Desde que mudou a maldita gerência daquele lugar, está tudo me deixando doida.
-Porque não sai de lá? – Ele pega uma torrada seca do pote.
-Porque digamos que eu estou no “pos parto” e vai difícil de arranjar um serviço com uma criança pequena. – Torci os lábios.
-Pos parto é até a criança completar quanto tempo?
-Normalmente, eu acho que uns seis meses. – Dei um chute alto. – Não sei bem.
-Mas a bê está com onze meses.
-Eu sei amor, mas ela é pequena, daí os serviços se impõe a pagar coisas a mais. – Deu uma confusão na minha cabeça. – Enfim, é mais difícil.
-Então não trabalha. – Ele dá de ombros.
-Não quero ser sustentada por você amor, quero ter minhas coisas. – Revirei os olhos. – E tem mais, eu não quero ganhar fama de aproveitadora. – Disse e ele riu.
-Iria ganhar essa fama porque?
-Porque você tem dinheiro, muito dinheiro, é famoso, e se eu parasse de trabalhar ai sim todas iriam dizer que eu só quero seu dinheiro.
-Ah capaz. – Ele estica os braços pra mim. Peguei minha xícara de leite e fui pra perto dele. Bruno me puxou para o seu colo e deu um beijo no meu ombro. – Como vamos fazer com a festa da Bê?
-Sabe que eu não sei... Eu já disse que era melhor esperar ela crescer mais um pouco para fazer festa. – Torci os lábios.
-Mas eu posso dar essa festa de aniversário, e todas as outras.
-Nem sonhando que vai pagar tudo isso sozinho. – Revirei os olhos e tomei um gole do meu leite. – E tem mais, eu não quero minha filha uma mimada.
∝
-Não quero ver vocês, quero ver minha afilhada linda. – Lisa encosta a mão no meu peito me empurrando.
-Viu amor, depois da Bê ninguém gosta mais de mim. – Reclamei deixando os lábios formarem um arco para baixo.
-O que eu vou querer te ver mais do que sempre te vi? Agora eu quero aproveitar minha afilhada. – Lisa dá de ombros. – Aliás, cadê ela?
-Está com a Julia e o Thay, lá nos fundos. – Apontei para os fundos.
-Acho que ta perdendo suas amigas para a nossa filha. – Bruno dá de ombros.
-Também, ela é tão linda que eu aceito ser deixada de lado por ela. – Passei a mão na minha barriga recordando o quanto era bom ter aquele barrigão enorme, que me dava bolhas nos pés, inchaços, cansaço, mas mesmo assim eu amava.
-Quando a Bê for um pouco maior, podemos encomendar outro. – Bruno se aproxima de mim e coloca a mão na minha barriga. – Por enquanto podemos praticar. – Ele apóia a cabeça na curva do meu pescoço.
-Você pensa nisso vinte e quatro horas, e eu ainda estou me acostumando com isso. – Revirei os olhos.
-Depois de quase 2 anos ainda não se acostumou? – Ele arregala os olhos.
-Ainda não.
Entrelaçamos nossos dedos e fomos pra rua junto com as meninas e as crianças. Sentei na cadeira grande de madeira, mas o Bruno insistiu para sentar, e depois pediu que eu sentasse no seu colo. Fiquei observando a Bê sentada, olhando para o Thaylor que brincava contente. Ele chegava perto dela e oferecia os brinquedos, automaticamente ela olhava pra mim e para o Bruno e dava um riso muito gostoso. Eu sei que sou mãe extremamente coruja, mas eu não consigo parar de falar o quão linda eu acho minha filha, e o quanto eu agradeço a Deus por ter me dado esse destino ao lado dele.
-Espero que tenha comida, porque o cara que ta com muita fome acabou de chegar. – Ouvi a voz do Phil e parece que o Bruno se animou todinho. Dei licença pra ele levantar.
- Escondam o estoque de qualquer tipo de comida que vocês tenham. – Lisa brinca e cumprimenta Phil.
-Acabei de voltar de uma jornada de sono e vim aqui justamente pra filar o rango da casa do Brunão, e você pede para que escondam a comida? Assim não dá. – Phil brinca e vem na minha direção. – Como pode, a cada dia fica mais bela. – Ele pega a minha mão e eu me curvo para agradecer.
-Obrigada gentil cavalheiro. – Agradeci recebendo o beijo dele nas costas da minha mão.
-O galanteador, a moça linda tem namorado. – Bruno alerta e Phil ri.
-Capaz, já estava planejando uma noite com ela hoje. – Como são idiotas.
-Só se eu puder ir com você. – O jeito meio biba do Bruno me fez gargalhar.
-Chegou quem tava faltando, pra alegria de vocês. – Ryan dá um grito que faz a Bê me olhar assustada e ameaçar o choro.
-E para a minha tristeza e o desespero da Bê, coitada. – Lisa fala se inclinando para pega-lá e me entregar.
-Admiti que você me ama. – Ryan pega no pé da Lisa.
-Começou a boiolice. – Phil revira os olhos.
-Vou levar as crianças um pouco mais pra lá. – Julia aponta o pequeno parque que Bruno mandou fazer para a Bê e seus sobrinhos que ás vezes vem pra cá. Acho um exagero a quantidade de coisas que Bruno vive comprando, ele mima muito ela, mas ainda bem que eu consigo equilibrar.
-Mama. – Ela estica os bracinhos pra mim assim que Julia pega ela.
-Ai que manhosa, então vai com a tua mãe, porque já vi que hoje não quer a tia. – Julia revira os olhos e me entrega ela.
-Diz pra tia que tu ama a mãe, diz. – Falei com aquela voz irritante que automaticamente sai da gente quando estamos falando com crianças. Bê deu uma risadinha e pôs sua mãozinha sobre meu rosto.
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-Bruno, pega ela um pouquinho pra mim, por favor. – Pedi enquanto preparava a mamadeira. Bruno estava na sala, vendo televisão, um jogo de futebol americano.
-Agora não dá.
Sua resposta bateu no meu peito. Eu respiro fundo para não falar nada demais, e nem voar sobre ele sem pensar, cometer alguma loucura. Essas brigas constantes é as que me matam. Apaguei o fogo que estava fazendo comida, e fui correndo até o quarto da Bê que chorava demais. Abri a porta apavorada pensando que tivesse acontecido algo, mas vejo-a sentadinha no berço chorando demais, era fome. Peguei-a no colo e embalei um pouco. Sentei na poltrona e ofereci o peito para ela, que pegou com vontade. Ouço os gritos do Bruno com a televisão e reviro os olhos. De tanto balançar as pernas, nem percebi que ela pegou no sono. Levantei com cuidado e coloquei ela no berço. Verifiquei a janela, e encostei a porta. Na cozinha, voltei pra as panelas. Nos finais de semana eu resolvo arriscar-me na cozinha, já que damos folga para a empregada e para a baba.
-Eu fui lá, mas ela já está dormindo. – Bruno me dá um susto fazendo meu corpo saltitar rapidamente. Ponho a mão no peito e volto a olhar as panelas.
-Eu já fui lá ver ela. – Respondo friamente.
-Acredita que aqueles caras perderam. – Lá vem ele falar de jogo. Eu sei que eu gosto e posso estar parecendo chata, mas não aguento mais isso. – Não sabem jogar direito nessa temporada. – Observo ele pegar uma maça da fruteira e morder um pedaço.
-Não vai jantar? – Pergunto arqueando as sobrancelhas.
-Não estou com muita fome. – Ele dá de ombros.
Subiu um fogo de raiva no meu peito. Apaguei as duas bocas do fogão que estavam em uso e tapei as panelas com suas tampas. Sequei as mãos no avental que estava usando e o pendurei no lugar dele. Segui para o quarto, sem falar com ele. Me fechei no banheiro e tomei meu banho. Aquela água que bate no meu corpo nunca pareceu tão confortante como está agora. Com os olhos fechados pensei em uma única saída. Passar um mês no Havaí.
Aí veio na minha cabeça que eu não vou ter férias tão cedo.
O trabalho já está um saco, e eles já me odeiam por eu ter tirado licença a maternidade. Que droga. Fechei a mão num punho e bati na parede. Não fez barulho nenhum, somente me causou dor na mão direita. Eu não estou temperamental como disse a Lisa, eu estou cansada. Brigar não é saudável, ainda mais quando se tem um namorado famoso, que vive viajando e quando está em casa, brigamos. Vesti minha camisola rosa e fui deitar, Bruno ainda não estava na cama. Virei para o lado e fechei meus olhos.
Senti suas mãos na minha cintura. Elas foram subindo e me acariciando. Continuei do mesmo jeito que estava antes, não quis esboçar nenhuma reação. Bruno tirou os cabelos que estavam no meu pescoço e agora deu beijinhos nele, é claro que eu me arrepiei toda, mas mesmo assim não quis mostrar que estava de bem com ele. Puxei minha coberta até o pescoço e ele tira sua mão de mim.
-Você viu que eu estou tentando te dar um pouquinho de carinho. – Sua voz saiu emburrada.
-Deveria tentar ser um pouco mais presente, e não pensar somente em sexo. – Reclamei com minha voz mais baixa do que o normal.
-Alguém disse que eu penso somente em sexo?
-Eu estou afirmando. – Respondi. – Já percebeu que nós só brigamos
-Talvez nós não estejamos acostumados a morar juntos. – Agora fui obrigada a me virar para o lado dele.
-Está dizendo que é melhor morarmos em casas separadas? – Enruguei a testa com as sobrancelhas.
-Não quis dizer isso... – Ele revira os olhos.
-Tem razão, acho que seria melhor. – Comentei.
-Para, Nicole. – Ordena ele com a voz grave. – Eu não disse isso.
-Então porque não facilita as coisas? – Arqueei uma só sobrancelha e ele me encara pensando em alguma resposta se quer, mas não consegue. Ele se sente completamente desarmado. – Quem sabe sua ideia não seja melhor mesmo.
-Que ideia?
-De morarmos separados.
-Não viaja, Nicole. –Sua mão toca o meu braço e eu me viro novamente para o outro lado. Fiquei em silêncio e ele esperando por uma resposta. – Você não vai a lugar nenhum, seu lugar é aqui, ao meu lado, comigo, com a nossa filha. Para com isso.
Resisti ao fato das coisas que ele falou, mas meus olhos sempre se espicham para o lado, e seu corpo veio por cima do meu. Cuidando para não jogar seu peso em mim, ele fixa os olhos nos meus. Seu toque causa uma sensação de primeira vez em mim.
-Bruno. – Pensei em falar alguma coisa, mas fui desarmada novamente pelo seu beijo sem espera.
- Oi gente, tudo ok? Espero que tenham gostado do capítulo da segunda parte da história, onde nem tudo será um mar de rosas para os dois, mas no fim da chuva sempre tem um arco íris não é? Enfim, espero que me entendam que eu não tenho ideia de quando irei postar o próximo, pois estou escrevendo a minha fic (never let me go), e mal tenho tempo pra ela, imagina para essa, mas quero que saibam que eu darei continuação sim <3
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OI A D R I A N A kjdhafjdhkjadjfhkdj nossa q entrada psicopata. Bem, você sabe que eu amo tuas fics e te amo tbm, obg por nada, e eu deixo de passar meu acnase pra ler suas histórias. COMO SEMPRE, TÁ A PERFEIÇÃO DAS PERFEIÇÕES, MDS ESSA FIC É MINHA VIDA, É A QUE ME DEU O GOSTINHO DE "QUERO MAIS", SABE? Caps dá emoção nos coiso sjdahfgdsajhsd eu sei que agr é uma moça com um pé dentro da faculdade, e que você nem tem tempo direito, mas eu te peço, continue a 2º parte da CLA, não ligo se tu levar um dia, duas semanas, três meses... Leve o tempo que for preciso, mas continue levando essas histórias incríveis pra gente <3
ResponderExcluirSAFASJHGKAHDAHDADA DKSAGAKJLHGALHJALDKHJLKSHLSFJLKHDJHSLJHDJKGAJDSLHJLSJHFS KJHKSHS ADRIANAAAAA KJDSGHDSAKHA ESSA FIC É A MINHA VIDA E EU JA TO KJDSADGHALDGA CONTINUE LOGO
ResponderExcluirAI MEU CU A I M E U C U A-I-M-E-U-C-U MEU DEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEUS MEU DEUS MEU DEUS ADRIANA MEU DEUS nao coloquei nem virgula nem acento nem nada pq to em choque
ResponderExcluirEU NAO FIQUEI SABENDO ANTES QUE ESSA FIC TINHA VOLTADO, e aproveito pra me desculpar que parei com a NLMG, mas é que parei com tudo por um momento que eu tava ficando doida, mil perdões
VOCE SABE QUE EU TO ALTERADA TO EMOCIONADA TO COM FEELS
estou a espera do proximo, vc sabe, eu sei q vc sabe, eu sei q vc sabe q vc sabe, eu sei q vc sabe q eu sei q vc sabe, ENFIM
está lindo maravilhoso, to esperando, te amo, bjao no core, adeus