-Pode trazer a mamadeira dela, Bru?
-Só se me chamar direitinho. - Ele cruza os braços.
-Faz uma mamadeira pra ela direitinho. - Ofereço a língua travessa e sou retribuída com o dedo do meio.
-Me chama de amor... - Seu rosto se aproxima do meu.
-Amor... - Digo olhando fixamente para seus lábios, mas não conseguimos nos beijar na devida hora porque a mão de Bê nos atrapalha. Começamos a rir e ele foi até a cozinha pegar a mamadeira.
****
-Pensei que ela não dormiria nunca. - Torci os lábios e abaixo o livro que tentei começar a ler.
-Achei que tinha se acostumado. - Apoiei o livro sobre a cabeceira.
-Me acostumei, mas hoje ela deveria saber que eu estou afim de namorar com a mãe dela. - Bruno se aproxima da beirada da cama.
Suas mãos ajudam ele a se apoiar, meu corpo se ajeita mais para trás dando espaço para ele se ajeitar. Seus lábios estavam tentadores pra mim.
-Escovou os dentes? - Perguntei devida a décima vez que ele ainda estava com cheiro de cigarro que acabava com todo o clima.
-Tomei banho, tirei os cascões, estou limpinho! Usei a privada e acredite, usei papel higiênico. - Bruno da-me um selinho rápido. - E escovei os dentes.
-Que nojinho. - Fiz careta e ele puxa meu rosto para perto do dele segurando meu queixo. - eu te amo sabia?
-Eu sei, e eu amo você!
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É tão bom estar assim com ele novamente. Aqueles lábios convidativos deram encontro aos meus. Seu corpo se ajeitou sobre o meu e enquanto nos beijávamos eles se encaixavam e faziam movimentos mais intensos, mesmo estando de roupa.
Apertei minhas mãos em suas costas e enfiei-as por de baixo de sua camisa roxa. Arranhei suas costas enquanto seus lábios passavam por meu pescoço, iam descendo firmemente até encontrarem meus peitos cobertos. Estarem cobertos não foi exatamente um problema para o Bruno, já que segundos depois eu já estava somente com o sutiã erguido e ele sugando meus peitos com vontade. Essa noite nós dois estamos desfrutando do prazer e não fazendo amor por fazer.
Bruno me puxou mais para o centro da cama e distribuiu minhas pernas uma para cada lado do seu corpo. Estávamos devidamente encaixados. Minha barriga se contorcia em arrepios constante com sua instigação em meus peitos/mamilos. Soltei um gemido quando sua mão parou na barra da minha calça.
-Shiii... - Ele coloca o dedo indicador sobre a minha boca quando com a outra tenta puxar a calça para baixo.
Estava me sentindo uma idiota por não conseguir ajudar ele, mas acho que depois de tanto tempo sem sentir aquele amor todo no nosso sexo, agora estou explodindo. Bruno tirou minha calça junto com minha calcinha e jogou-os para o lado. Não usávamos mais camisinha, há muito tempo, mas nos cuidamos. Sua boca encontrou minha pélvis que ardia em chamas pedindo o seu sexo dentro de mim. Sua língua fez um trabalho incrível com movimentos de entra-saí e circulares que me faziam delirar, sem contar seus dedos me instigando. Pegar nos seus cachinhos já era de praxe, ele estava acostumado com isso, mas ninguém manda ele me deixar louca assim... quer dizer, eu mando ele fazer isso. Quanto mais eu tenho ele, quanto mais nós nos relacionamos na cama, mais eu quero ele.
Fechei minhas pernas trancando ele no meio.
-Deixa eu te agradar? - Pergunto e ele nem faz cerimônia.
Dou passagem para ele se deitar na cama, suas mãos vão desabotoando suas calças enquanto eu o ajudo a tirar sua camisa. Seu peitoral, eu vejo sempre essa cor morena que me deixa louca, mas cada vez que eu vejo, mais eu quero. Beijei seus lábios e percorri um caminho "babado" com minha língua até chegar no seu sexo. Não era a única a gostar de puxar cabelos aqui, ele também puxava os meus, só que com mais cuidado. Envolvi minha mão sobre seu sexo, num movimento limitado, para cima e para baixo. Passei minha língua sobre ele, e Bruno solta um ar de alivio ou algo assim. Com os movimentos que eu fazia, Bruno segurava o lençol fortemente com uma mão e a outra meus cabelos enrolados em seus dedos quase num nó.
Montei sobre o seu colo e quando seu membro invadiu-me, senti um calor maior do que estava sentindo antes. Por cima dele o instigava, falando coisas para apimentar mais, meus gemidos constantes faziam seus suspiros ofegantes irem mais rápidos, ele segurava meus cabelos e eu fazia movimentos com meu quadril.
Trocamos de posição sem nos "desgrudarmos". Os movimentos de vai e vem eram prazerosos, não sei se era a saudade ou a “falta” ou se estava realmente gostoso assim, ou se eram as três coisas juntas, mas estava muito bom. Passava minhas unhas nas suas costas, sentia meu ventre implorar por mais, eu queria mais, mas estava tão bom assim, que já nem sei dizer o que queria ou não. Sua mão que estava livre apertava minhas coxas e induzia minha virilha fazendo movimentos leves que davam mais prazer.
-Você me deixa louco. - Diz ele perto do meu pescoço, minha pele denuncia o meu arrepio.
-Bruno...Bruno... - Começo a chamar por ele perto no seu ouvido e brincando com minha língua em sua orelha. - Você é o melhor. - Falo e seguro firmemente no lençol quando suas estocadas passaram a serem fortes demais.
-Vem comigo? - Pergunta ele sobre meu ápice.
Fechei os olhos fortemente deixando me levar pelo momento. Largo um gritinho um pouco alto demais, e Bru me surpreende com um beijo para calar a vontade de nossas bocas gritarem. Enxergo galáxias, estrelas, unicórnios e tudo mais, chegamos ao nosso clímax juntos. Somos bons nisso.
****
-Ela é tão parecida com você, me dá até nojo. - Bruno resmunga enquanto olha ela no berço.
-Hey, sou tão feia assim? - Pergunto fazendo beicinho.
-É linda! - Ele passa sua mãos pelos meus cabelos. Seus dedos trancam e nós rimos. - É que eu gostaria que ela parecesse comigo.
-Mas ela parece. Olha as covinhas, a cor da pele, a boca. - Falo voltando meu olhar pra ela e observando seu peitinho aumentar e abaixar com frequência por causa de sua respiração.
-Ela vai dar trabalho com os meninos, isso sim.
-Nada de proibir sua filha de namorar. - Alerto ele.
-Não, não irei proibir. - Dou um sorriso. - Depois que ela chegar na maior idade ela poderá tudo.
-Bruno. - Dou um tapa amigável no seu braço. - Ela irá um dia se apaixonar, irá chorar por algum amor... isso é normal e nós não podemos privar de viver a vida dela, aprender com os erros.
-Ih, esse papo tá chato. - Bruno faz cara de nojo e nos afastamos do berço para sairmos do quarto dela. - Tomara que o próximo seja um menino.
-Próximo? - Parei na porta com o dedo no interruptor assim que ele diz. Apago a luz e continuo encarando ele.
-Claro... ela vai ter um irmão!
-Bruno, ela não tem nem um ano ainda. - Começo a rir e fecho a porta. - Quem sabe daqui uns anos.
-Enquanto isso podemos praticar, não é? - Ele me abraça por trás assim que saímos corredor a fora.
Aí sentir sua mão em meu corpo ainda me causa aquela velha sensação de que tudo está bem,de que tudo está ótimo ao lado dele. Estremeço minhas pernas por andar com essa "mochila" nas minhas costas e ele ri.
-A tonta já ia cair. - Folga em mim. Viro-me de frente pra ele e aponto o dedo indicador da mão direita em seu rosto.
-Não tem hoje!
-Nick. - Suplica ele pidão. Viro-me em direção pra frente. - Minha tontinha. - Ele chama minha atenção, começo a rir sem omitir barulho e ouço seus passos mais apresados, apresei os meus também.
Quando menos demos de conta estávamos correndo como duas crianças. Eu fugindo dele pela casa e ele envolta do sofá tentando me pegar. Colocava a língua pra ele e ele me provocava passando a língua dele pelos lábios.
-Vem cá minha tontinha.
-Vá a merda Bruno. - Toco uma almofada em seu rosto, mas ele consegue pegar no ar.
-Ui, braba. - Ele levanta os braços e a almofada caí no chão. - Tonta e braba.
Coloco a língua pra ele novamente e quando me inclino para puxar mais uma almofada, Bruno e puxa e minha cabeça fica a centímetros do chão. Começo a me balançar e ele bate em meu bumbum várias vezes, palmadas como se eu fosse uma criança desobediente. O pior: eu estava tendo um ataque de risos.
Tentei, tentei, tentei me virar, até que consegui. Bruno ria de mim quando sentei no sofá. Seus braços me encurralaram prendendo meu corpo, quando ia deslizar para baixo ele me tranca com suas pernas.
Puxando-me para cima, Bruno me coloca em seu ombro, sinto meu corpo em completo desequilíbrio.
-Bruno, eu vou cair. - Falo mais alto dando tapinhas em suas costas.
-Quem é a tonta? - Bruno pergunta.
-Faz favor. - Bufo em suas costas querendo rir, mas se eu caísse na gargalhada ele não iria me soltar tão cedo.
-Quem é a minha tonta?
-Não me obrigue a dizer isso. - Balanço a cabeça e ele começa a andar.
Quase me satisfiz pensando que estava em segurança, mas Bruno solta uma das suas mãos do meu corpo e eu resvalo para frente. Dou um gritinho alto e ele ri de mim esperando com que eu falasse. Contra minha vontade, eu disse.
-Eu sou sua tontinha. - Bufei baixinho.
-O que? Não consegui ouvir. - Ele para.
-Eu sou sua tontinha, surdo. - Grito com ele.
Bruno começa a correr até nosso quarto. Fiquei com medo do que pudesse acontecer, mas eu confio nele. Passando pela porta de nosso quarto e correndo até a cama, Bruno me solta cima e eu caio com toda a força.
-Aí. - Reclamo.
-Minha fiona. - Ele se joga sobre o meu lado e inclina sua cabeça para dar um beijo perto do meu pescoço.


Como se para de ler, mds *u*
ResponderExcluirJESUS AMADO COMO A SENHORITA MALÉVOLA PARA ASSIM, NO MEIO DO CAMINHO? No meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho... A pedra é você parar de escrever bem nesse momento fofo. EU JÁ DISSE QUE EU AMO ESSA FIC? QUE E SEMPRE VAI A SER A MINHA ETERNA PRIMEIRA? GNT EU TO CHOCADA COM TANTA PERFEIÇÃO, AGR TRATE DE CONTINUAR! Ah, caps lock dá mais emoção ashdbvhhks te amo sua pedra <3
ResponderExcluirnão comentei antes pq não deu tempo mas AH MEU DEUS. EU SENTI TANTA SDD.
ResponderExcluirEsse hot, cara, não tem palavras no mundo que expressem. A Bê tão nhonha q não deixa os pais fazerem nheco nheco <3
Tá perfeito, maravilhoso, divino como sempre <3
Não demore por favor, meu coração não aguenta <3